Friday, November 25, 2005

Liberalismo, Arte e Religião

When I find myself in times of trouble
Mother Mary comes to me
Speaking words of wisdom, let it be.
And in my hour of darkness
She is standing right in front of me
Speaking words of wisdom, let it be.
Let it be, let it be.
Whisper words of wisdom, let it be...

Friday, November 04, 2005

Paris, Texas

Gente de outra religião, instrução, cor, nariz e sotaque reclama de ser discriminada na França. Estas pessoas não são queridas pela população que detesta até turista, e é natural que atear fogo em carros vá melhorar sua imagem.

Pelo que li (vinte linhas), dois bacaninhas se esconderam dentro de um transformador, e quando isso resultou em sua eletrocussão, todos se revoltaram e saíram às ruas exigindo empregos decentes e melhores condições de vida -- direitos que, sabe-se, todos os pobres e imigrantes têm --, além do direito a ir trabalhar de burca encardida, ou fantasiados de tender.

Se querem saber, acho que toda revolta na história da França decorre da falta de banho da população. E não se trata apenas do suor que exalam durante as manifestações -- quando a coisa só piora, entrando num círculo vicioso do fedor --, mas o afetamento, o exagero, decorrentes da falta de um bom banho.

Porque fede, o francês usa perfumes. Mas não como um ser humano normal, não: ele se encharca, quase toma um banho de água-de-cheiro. E assim acostuma o seu espírito a manifestações sempre exageradas nos mais diversos ramos da vida -- e a rixa com os fleugmáticos ingleses em nada ajudou. No campo artístico é tudo muito evidente, e tantas são suas revoluções românticas, que nem há o que comentar. E a moda, que é senão um exagero visual, todas aquelas plumas e chapéus? Revoluções como as de 68, fadadas ao nada. Napoleões e Robespierres, Luíses e De Gaulles... tudo muito afetado.

Agora queimam carros, produzindo inimaginável calor. Quando para inteirar o salário, melhor seria lavá-los, a preço de ocasião. Mas, é claro, o banho, sempre contrários ao banho.

As Máscaras de Deus (i)